Autismo: Características e Tratamentos

O autismo é um transtorno de desenvolvimento neurológico, que se manifesta na dificuldade de socialização, comunicação e linguagem. Eles desenvolvem comportamentos repetitivos e restritivos, e uma forma peculiar de tratar as pessoas em sua volta.

autismo

As estatísticas apontam que 2 milhões é o número estimado de autistas no Brasil e que a cada 100 crianças pelo menos 1 nasce com autismo. A causa do transtorno é genética, as crianças autistas possuem uma modificação na estrutura e nas funções de seus neurônios.

 

O diagnóstico é dado precocemente, sendo necessariamente antes dos três anos de idade. É necessário o acompanhamento da primeira infância para verificar o desenvolvimento da criança e observar quais áreas são afetadas. É essencialmente clínico sendo norteado pelo DSM (Manual de Diagnóstico e Estatístico da Sociedade Norte-Americana de Psiquiatria) e pelo CID (Classificação Internacional de Doenças da OMS).

 

Após o diagnóstico ser dado aos pais e familiares, a maioria tem um choque inicial e as perguntas mais frequentes feitas aos profissionais de saúde são:

 

– Meu filho vai conseguir falar?

– Ele vai ser independente?

– Vai ter uma vida normal?

– Irá entrar na Universidade?

 

O profissional de saúde não pode responder essas perguntas inicialmente, pois o Transtorno apresenta uma variação de traços que podem ser leves até o mais severo quadro clínico com todos os sintomas.

 

O TEA se apresenta de algumas formas, sendo as mais comuns:

 

Autismo clássico

 

Apresenta dificuldades de comunicação, habilidade social e comportamentos repetitivos, atração especial por movimentos circulares, atrasos significativos no desenvolvimento. O Autismo Clássico pode variar em seu grau de comprometimento, e em casos mais graves são crianças totalmente isoladas que não aprendem a falar e ficam rodando ao redor de si mesmas.

 

Autismo de alto desempenho (antes da mudança do DSM V, era chamado de Síndrome de Asperger) – São muito inteligentes. Possuem habilidades em determinadas áreas que chegam a ser confundidos com gênios. Observa-se que a maioria se interessam por Matemática por possuir respostas objetivas. Porém possuem uma grande dificuldade em se relacionar com os outros.

 

Apesar de não ter cura, com o tratamento especializado de uma equipe multidisciplinar com psiquiatras, psicólogos, fonoaudiólogos e psicopedagogos, há uma abertura de novas perspectivas para o autista. A grande inovação em terapias alternativas é a Terapia Quântica, que pode ser usada para desintoxicação de metais tóxicos, extremamente nocivos, mas quando eliminados promove uma melhora significativa no quadro do paciente.




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    Thaís Galvão

    Psicóloga

    CRP 01/19908 Psicologia.